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sexta-feira, 13 de abril de 2012

Inserindo Deus em nosso desfrute das coisas

Ter Deus é a base de tudo. Mas Deus não é egoísta ou possessivo. Assim, Ele nos compartilha com nossas famílias e amigos.

Ele quer ser a nossa maior alegria e satisfação, mas nos concede uma gama de prazeres sensoriais, simplesmente por nos querer ver o máximo felizes.


Uma boa comida, uma boa noite de amor (para os casados, óbvios!), uma boa música, bons livros, boas visões (esses dias vi um casal de tucanos pousados sobre uma enorme árvore na esquina de minha casa, e só pude dar graças pelo presente!), uma boa conversa, uma boa piada, um bom abraço, um bom sorriso, são coisas simples, mas que tornam nossa vida mais florida. Elas não são por natureza opções deleitativas em relação a Deus, são dádivas Dele, inseridas em nossa interação com Ele, ainda que possamos ignorá-Lo ou não integrá-Lo em nossas experiências. Mas ainda assim, Deus continua nos presenteando todos os dias. Ele faz chover e brilhar o sol sobre justos e injustos. 


Entre desfrutarmos do mundo ignorando uma "Força Maior", e interagimos com Ela, por meio da ação de Graças, como seres sociais, é no mínimo mais enriquecedor entender toda nossa interatividade sensorial e inseri-la na ambiência de um emaranhado inter-relacional nosso com as pessoas, e principalmente, nosso com Deus.

Uma relação com as coisas, tomando-as como dádivas de Deus, e usando-as com ações de graças, abre-nos as portas do sentido, da reflexão, da sabedoria, e da esperança. "Por tudo (em tudo) dai graças, pois essa é a vontade de Deus, em Cristo Jesus".

Que respondamos ao mover do Espírito Santo em nós, integrando Deus em nossas experiências sensório-intelectuais. Assim, nos consolaremos na esperança de ao invés de abarcá-Lo ou abraçá-Lo, sermos por Ele abraçados: "E Enoque ANDOU COM Deus, e já não era mais, pois Deus o tomou para Si.".


Tiago Corrêa

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